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domingo, 10 de maio de 2015

Parte da trilha




Para alegria de fãs como eu, Susanne Sundfør foi convidada pra cantar a música tema do filme Oblivion. E ela arrebentou mais uma vez. Dona de um vocal espetacular e esplêndido essa cantora norueguesa comprova que qualquer projeto que a envolva é garantia de sucesso. Principalmente quando se junta a produtores de peso como o M83. 

A música, que também se chama Oblivion, que no filme só toca durante os créditos finais, é de uma melodia rebuscada e arrebatadora. Susanne solta a voz em grande estilo, entregando-se aos versos com muito sentimento, de forma incondicionalmente tocante, empregando um toque mágico - é de arrepiar. Sua flexibilidade vocal permite um desempenho inebriante. Não é à toa que esta música, assim como muitas outras de suas canções, faz parte da minha trilha sonora. Essa música é absolutamente brilhante, imponente e deslumbrante. Duvida? Então confira.


Aqui, a versão original com cenas do filme. E aqui você confere a letra (com tradução).


Márcio Luiz Soares

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Parte da trilha



Eu acho que já vi e ouvi algo parecido por aí que foi lançado bem antes (Brave, da Sara Bareilles), mas não tira o mérito da canção e do clipe Roar da ótima Katy Perry. Tá bom, eu confesso, sou fã dela, e sabe como é ser fã... Apesar de que quase fiquei desapontado e a comparação me deixou desconfortável. Mas superei. Fácil. 

As duas músicas são daquelas que ficam grudadas na cabeça, mas e daí? Bora curtir, pô!

Como sou fã da Sara também, botei logo as duas de uma vez. E pra você fazer a comparação também. Lógico.

Sara Bareilles - Brave

Katy Perry - Roar (Lyric Video)

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Parte da trilha




Você não é nada sem mim.

[[[wow!]]]

***
Essa é do Sclinder.

Markus Schulz feat. Ana Diaz - Nothing Without Me (Official Music Video)


Se a letra, com tradução, te interessa, clica aqui.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Parte da trilha



Eles estavam certos quando disseram que nunca devemos conhecer nossos heróis.

*
A batida rítmica e a sonoridade vibrante presente o tempo todo, mais a cativante voz de Emily Haines que penetra fundo na alma, faz com que Breathing Underwater, da banda Metric, contagie com uma alegria que pega de jeito e só dá vontade de dançar ou ficar mexendo a cabeça como se fosse um maluco. Bom, pelo menos deve ser isso que pensam de mim quando ouço essa música, em qualquer lugar que eu esteja.

Faça parte do clube!

Metric - Breathing Underwater

A letra com tradução você vê aqui.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Parte da trilha




Se eu pudesse reviver aqueles dias
Eu sei que de uma coisa que nunca mudaria

*
Photograph, com Nickelback.  Dispensa comentários.


Como é de praxe, a letra e a tradução: aqui.

domingo, 24 de março de 2013

Parte da trilha



Eu soube que nos tornaríamos um só imediatamente
À primeira vista, eu senti essa energia dos raios de sol
Eu vi a vida dentro de seus olhos

***
Diamonds, com a Rihanna. Uma bela canção para ser ouvida (e cantada) com sentimento. Difícil não se emocionar.



Não deixe de ver essa ótima versão cheia de sentimento.



Veja esse outro clipe bem legal, de uma versão bem feitinha. Outra versão bem interessante, você curte clicando aqui.

E aqui você vê a letra e a tradução.


segunda-feira, 11 de março de 2013

Lado sombrio





Todo mundo tem seus segredos e todos têm um lado dentro de si que protegem a todo custo. É instintivo.

Por mais bem certinha que uma pessoa demonstra ser, ela tem algo a esconder, mesmo que seja aquele segredinho que nem é nada demais, nada que a desabone, mas que ela prefere que fique enterrado dentro de si. Pode ser um pensamento nefasto, ou um desejo reprimido, ou uma fantasia sexual que sabe que nunca vai se realizar. Acho que, no fundo, no fundo, todos nós temos uma natureza pecaminosa ou egoísta. Nenhum de nós está livre de pecados e pensamentos obscuros. Nós nascemos assim. A diferença está em como cada indivíduo consegue se controlar. Muitos não conseguem. Muitos nem tentam. Outros nem têm noção do que é ou não sombrio.

Eu tenho um lado sombrio, não nego e não me importo em admitir. Até onde isso me prejudica? Até agora, em nada. Nunca me prejudicou. Nunca prejudicou ninguém.

E pra piorar o que você está pensando de mim nesse momento, saiba que eu gosto de alimentar esse meu lado sombrio. E tudo se resume ao fato de que, alimentando-o, consigo superar coisas excessivamente emotivas que me tornariam melancólico demais. Principalmente quando as minhas válvulas de escape não funcionam.

Enfim, na minha humilde opinião, todo mundo tem um esqueleto escondido no armário. Alguns esqueletos contam uma boa história ao sair.

Outros nem tanto.


Márcio Luiz Soares

***
No clipe, uma das minhas músicas preferidas da Kelly Clarkson, Dark Side. O que se vê nas imagens do clipe não condiz tão incisivamente com a letra dessa bela canção. Infelizmente. Mas tá valendo.


Aqui você acessa a letra original e com tudo que tem direito - aproveita e clica no play lá também.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Parte da trilha




Se você estivesse no meu coração
Eu não o partiria
Se estivesse ao meu lado
E o meu amor o arrebatasse
Eu o guardaria em um lugar seguro
Para sempre protegido

Vou esconder você
Bem longe do mundo que rejeitou
Eu escondo você

Eu vou amar você
E proteger você
Até pedir que eu diga
O que quero fazer

***
Essa versão da Hide U, com a banda britânica Kosheen, além de ser uma drum and bass que me alucina, ela tem um clima sombrio que me pegou de jeito! Sem falar de todas as suas derivações que me fazem ficar horas ouvindo uma atrás da outra - não paro nem pra comer! =)


A letra taqui e a tradução, aqui.
Há dezenas de versões bem mais dançantes, eis uma delas.

terça-feira, 6 de março de 2012

Parte da trilha




A voz de Yoav e a entonação que ele consegue imprimir conforme movimenta as cordas da sua guitarra acústica é de uma sintonia assombrosa, além de ser capaz de provocar uma distintividade extraordinária, diria que até hipnótica! O cara felizmente está cimentando um novo conceito neste mercado tão disputado, e os DJ's de plantão estão fazendo a festa.

Ele tem um jeito elegante de cantar que rapidamente nos envolve e de repente a gente se vê dançando ou mexendo alguma parte do corpo. Isso se conseguir não mexer o corpo todo!

É ouvir, absorver, viajar e sumir por uns minutos. Se é que me entende.

Se desejar ouvir uma versão mais dançante da Beautiful Lie (clipe oficial abaixo), clica aqui. Como de costume, a letra e a tradução estão aqui.




Se quiser te mando outras versões em áudio. É só pedir. Aproveita que eu tô bonzinho.


Márcio Luiz Soares

domingo, 1 de janeiro de 2012

Parte da trilha




Que tal começar o ano balançando o esqueleto com uma música sensacional?

O clipe abaixo é uma das melhores versões da ótima Moves Like Jagger (do Maroon 5 com a Christina Aguilera), bem interpretada por Jason Chen & Tiffany Alvord.


O clipe oficial do Maroon 5, com letra e tradução, você vê aqui.

* * *
Que 2012 seja cheio de surpresas agradáveis. As desagradáveis irão aparecer, claro, são inevitáveis, mas certamente vamos fazer de tudo para esquecer e, sempre que possível, tirar delas um aprendizado, exatamente como nos nossos erros.

Márcio Luiz Soares

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Isto é rock, bebê!





Ela quer começar uma briga. E daí? Ela tem seu estilo roqueiro, não precisa mais do cara e está se divertindo muito mais depois que terminaram. Ela está bem e vai mostrar o quanto ele é um idiota! E daí? Ela pode: é uma estrela de rock. Ela é a P!nk!

Isto sim é rock!

Depois de ver o clipe do espetacular show da Pink, na música So What! (no vídeo abaixo), curta a letra com tradução e com outro clipe aqui. A Pink literalmente voa sobre a plateia, é demais. 


Se gosta de rock e não está com tempo agora, você tem que voltar outra hora pra curtir uma das melhores versões do clássico do rock Bohemian Rhapsody do Queen, com a fabulosa P!nk e sua trupe – aquiClica em “mostrar vídeo” e aumenta o volume! Mais rock de primeira!

* * *
Ilustração: site Jootix.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Parte da trilha






As músicas da década de 1990 também marcaram época! Eu que o diga! 

No clipe abaixo, um medley (ou pout-pourri) muito interessante num clipe sensacional do excelente grupo dinamarquês Local Vocal. Ele fez uma capella de alguns sucessos da dance music dos anos 90 resultando num ótimo e magnífico tributo. Não deixe de curtir. 



Algumas:

Corona - Rythm of the Night (1993)
Haddaway - What is Love (1992)
Ace of Base - All That She Wants (1992)
Scatman - Scatman John (1994)
La Bouche - Be My Lover (1995)
2 Unlimited - No limit (1992)
Dr. Alban - Sing Hallelujah (1993)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Parte da trilha




(…)

É preciso amar as pessoas

Como se não houvesse amanhã

Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há.

Sou uma gota d'água,
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não te entendem,
Mas você não entende seus pais.

Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer?

* * *
Trecho final da canção Pais e Filhos, da Legião Urbana, que você ouve e acompanha a letra completa clicando aqui. Ou assista ao clipe abaixo, de uma apresentação gravada ao vivo.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Parte da trilha





Gosto muito de ouvir e colecionar diversas versões de uma mesma música. Sempre gostei disso, desde que me aprofundei um pouco mais no maravilhoso mundo da música, ainda moleque. Há pouco estava lembrando as coisas que eu fazia para manter a minha coleção ou satisfazer meu ego. Trocava fitas com os colegas que tinham acesso aos produtos importados ou em produtoras musicais e também ficava horas caçando novidades nas lojas de discos, além de gravar os programas especializados das rádios. Às vezes, varava a madrugada fazendo isso. Com o passar dos anos, devidos aos outros interesses e falta de tempo ou dinheiro, abandonei este hábito.

Hábito que voltou em parte, recentemente. Agora, com o Youtube, reservo algumas horinhas por mês pra fazer minhas garimpadas. Hoje, dei uma sorte danada: encontrei uma versão da Every Breath You Take, do The Police (mas apenas com o Sting), justo umas das minhas preferidas, e que é a mesma que assisti inúmeras vezes na casa de um amigo há muitos anos, gravada numa fita de vídeo-cassete, considerado um artigo de museu para muitas pessoas hoje em dia.

A fita do meu amigo estragou-se com o tempo, mas o clipe está eternizado no Youtube e aqui também - eu espero.

Antes de ver o clipe abaixo, clique no pause do player das músicas do blog, aqui ao lado, se você o acionou, claro. Você também pode acompanhar a versão original lendo a letra em inglês ou traduzida, clicando aqui. A versão original sempre será superior, ao menos para mim.



* * *
Ilustração: de Mailfor (Deviantart)

domingo, 6 de março de 2011

Parte da trilha






Quem me conhece, sabe. Quando se trata de música sou eclético, mas mais que isso sou bem nostálgico, bem saudosista. Muito disso é do apelo que a música carrega, me levando ao passado, para minhas memórias. Que vínculo é esse, meu Deus?!?

Mesmo que as imagens do passado não explodam na minha frente, sou remetido a um momento de paz, ou de uma certa melancolia, ou de alegria, ou de tristeza; ou um misto disso tudo ou nada de uma coisa ou outra - apenas uma enorme vontade de ouvir, balançando o esqueleto ou não. Faço uma viagem bem gostosa, dentro ou fora de mim.

A trilha de hoje é mais uma música que se tornou clássica. Como centenas da década de oitenta. Já naquela época, eu ficava intrigado como os músicos, os cantores e os compositores pareciam criar canções que pareciam feitas de encomenda pra gente. Ficava imaginando no que eles pensavam quando criavam essas canções que se tornaram a trilha sonora das nossas vidas.

Segue abaixo uma pequena amostra de dezenas de músicas clássicas de Daryl Hall & John Oates, One on One, numa gravação esplêndida realizada numa apresentação em 2002.

Quem tem mais de 35 anos pode sentir saudade. Quem nunca ouviu falar deles, talvez aprecie, se torne mais um fã e o melhor: descobre que clássico nunca envelhece.

* * *
A letra e a tradução você encontra aqui






Quer ver numa tela maior? Direto do Youtube: aqui.

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Ilustração: Think Music, por Irezumi (Awei Walpaper)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Parte da trilha





Tem hora que uma determinada música toca fundo na gente, sem relação com algum acontecimento ou alguma pessoa, nos deixando leve, com vontade de curtir intensamente aquele exato momento e desejando que o resto dos nossos dias seja sempre assim. Exatamente assim. Isso tem acontecido com frequência comigo.

É uma sensação gostosa, que mesmo a gente sabendo que vai durar muito pouco, fazemos questão de esquecer tudo e só o que importa é saborear aqueles segundos preciosos. Parecido com o que acontece quando estamos apaixonados e, mesmo quando estamos desfrutando um contato pra lá de epidérmico com a pessoa, temos a impressão de que aquilo não vai se repetir tão cedo e, então, temos que aproveitar ao máximo. Possível e impossível.

Hoje, foi essa que tocou fundo. Muito fundo.




domingo, 29 de junho de 2008

Interpol




A foto explora o que é bom de ver. Mas nem de perto mostra a que ele veio. Na estrada há dez anos esse moço é dono de uma voz marcante que leva o som do Interpol aos ouvidos mais exigentes. Quem o ouve pela primeira vez é levado a crer que se trata de mais uma boa banda inglesa pela forte influência do The Cure, Smiths e Joy Division. Mas é de Nova Iorque que veio Paul Banks, como mostra a bela canção NYC.

Conheci o Interpol com a música No I in threesome (veja o clipe abaixo). A letra é impagável. Trata-se de um convite muito bem amparado em argumentos para se fazer amor a três. Mas primeiramente, fui capturada pela melodia. O tom sombrio das letras é concretizado nas imagens do clipe. Casas em ruínas, espelhos que refletem fantasmas, ar de abandono, ternos escuros e gestos contidos. O sombrio, o pessimismo é a tônica.

Não recomendo aos obsessivos compulsivos por rock de boa qualidade. Pode fazer mal à saúde. O meu vício atual pode passar a ser o seu.




Paula Dórica



A letra com tradução você curte aqui.