domingo, 10 de maio de 2015
Parte da trilha
terça-feira, 21 de abril de 2015
Sylvia Plath
quinta-feira, 21 de março de 2013
O repouso do guerreiro
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
The Lighthouse
sábado, 10 de dezembro de 2011
O Palhaço
domingo, 16 de outubro de 2011
Existência
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Uma hora de amor
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Cisne Negro

terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Alter ego

Bill - Como você sabe, eu gosto muito de revistas em quadrinhos. Especialmente aquelas sobre super-heróis. Considero toda a mitologia envolvendo super-heróis fascinante. Veja meu super-herói favorito, o Super-Homem. Não é uma ótima revista, não foi bem desenhada, mas a mitologia... A mitologia não só é ótima, é única.
Beatrix - Quanto tempo esta merda leva para fazer efeito?
Bill - Uns dois minutos. O bastante para eu concluir meu raciocínio. Daí que a base da mitologia do super-herói é que há super-herói e há o alter ego. Batman, na verdade, é Bruce Waine. O Homem-Aranha é Peter Parker. Quando o personagem acorda de manhã ele é Peter Parker. Ele tem de vestir uma fantasia para se tornar o Homem-Aranha. E é por causa desta característica que o Super-Homem se destaca. O Super-Homem não se tornou Super-Homem. O Super-Homem nasceu Super-Homem. Quando o Super-Homem acorda, ele é o Super-Homem. O alter ego dele é Clark Kent. A roupa dele, com um grande “S” vermelho, é feita do manto que o envolvia quando os Kents o encontraram. Aquela roupa é dele. O que Kent usa, os óculos, o terno executivo, essa é a fantasia. Essa é a fantasia que o Super-Homem usa para viver entre nós. Clark Kent é como o Super-Homem nos vê. E quais são as características de Clark Kent?
Beatrix - Ele é fraco...
Bill - Ele é inseguro, ele é um covarde. Clark Kent é a crítica do Super-Homem de toda a raça humana.
Diálogo extraído do filme Kill Bill – Volume 2, de Quentin Tarantino.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Vingança
sábado, 30 de janeiro de 2010
Procurando Elly

Faz um bom tempo que não comento sobre filmes por aqui e para começar bem o ano falando sobre isso, nada melhor que comentando sobre um ótimo filme. Na semana passada, em Santos, tive a grata surpresa de ver em cartaz Procurando Elly. Aliás, nos últimos anos sempre tenho assistido a bons filmes nesta cidade. No ano passado foi lá que vi Se fosse você 2, que até estou com vontade de rever.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Ocupando a mesma jaula

Filme que recomendo para todo mundo. Além das ótimas interpretações, os diálogos deixam os apreciadores da palavra totalmente alucinados diante de tanta maravilha.
Encontrei esta frase memorável no UOL Cinema. Quem já assistiu ao filme, sabe o quanto é significante na trama, nos levando a refletir na estranha prisão interior em que os personagens se submetem.
Esta frase cabe na vida (se é que podemos chamar uma relação assim de vida) de muitos casais no mundo inteiro. Nem todos sobrevivem. Nem todos suportam. Nem todos fingem que não acontece.
Nem todos percebem. O que é pior.
sábado, 6 de junho de 2009
Borboletas

Às vezes, o que você é não se vê nas coisas que deixa. Às vezes, as coisas são ditas quando você já não fala. E outras vezes, chegam realmente voando entre o asfalto e as nuvens do céu.
Entre duas estações do metrô, de pé na calçada em uma terça-feira, às 17h30, eu entendi que há coisas assim. Coisas que você adivinha. Levantar a vista no momento de encontrar-se com outro olhar. Olhar para o telefone quando toca. Palavras que diz ao mesmo tempo que outra pessoa. Pressentimentos. Amigos que chegam justamente no momento que mais precisa.
Déjà vu. Amor verdadeiro. Justiça divina. Coincidências. Música. Sorriso. Perdão. Borboletas.
Aproveita e curta o clipe bem legal que encontrei. A música faz parte da trilha sonora do filme. É só clicar e se deliciar com a música.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Wolverine
Logan/Wolverine
O roteiro é muito movimentado, de muitas reviravoltas e alguns momentos inesperados. Gostei das diversas cenas de luta e de explosões (o filme tem ação quase o tempo todo) e da sensacional e vibrante interpretação de Hugh Jackman como Wolverine (também conhecido como Logan, ou, ainda, James Howlett, seu nome de batismo). Foi a quarta vez que ele interpretou o mutante e se superou desta vez. Faltaram as cenas de raiva pura em que ele dilacera tudo e todos pela frente, com muita violência e muito sangue, demonstrando todo seu aspecto brutal de antes de fazer parte do X-Men. Porém, isso não influencia muito na caracterização do personagem da franquia (da franquia cinematográfica e não da HQ) e nem quebra o ritmo do filme.
O começo é bem sombrio, e isso, sim, fez falta no restante da fita. Fez falta até mesmo quando Victor Creed (ou Dentes-de-sabre, vivido pelo ótimo Liev Schreiber) aparece em cena, junto com o clima de vingança e o cheiro da morte iminente (para dois personagens que possuem o poder de cura, isso nem conta muito). Aliás, Scheiber fez um personagem convicente: escroto, manipulador e malicioso. Sem falar do aspecto físico. Muito diferente daquele insosso e um pouco ridículo que aparece no primeiro X-Men.
O filme conta também com uma bonitinha e leve história de amor entre Logan e Silver Fox, musa que o inspirou a adotar o nome Wolverine; como surgiu esse nome; como o adamantium (o metal mais duro do universo da HQ) foi implantado no corpo do Logan; muita vingança; uma cena chocante (e apelativa) que envolve um casal de velhinhos; e uma relação complicada com o rancoroso Victor Creed, seu meio-irmão. A sequência em que estes dois vão passando por diversas guerras durante décadas, numa bacana montagem, é uma das melhores do filme.
Uma dica para quem pretende assistir ao filme no cinema: aguarde os créditos finais, porque tem mais uma cena do filme enquanto eles rolam (sempre que posso, espero até o fim). Na verdade, conforme me disseram, foram gravadas três cenas diferentes e infelizmente cada sala de cinema só passa uma delas. Ou seja, existem três “finais” diferentes. Fique tranquilo, pois nenhum deles compromete e obviamente fará parte dos extras do lançamento em DVD – é só aguardar.
terça-feira, 28 de abril de 2009
A fila anda

O filme é leve (embora um pouco longo para este gênero), uma comédia romântica gostosa, tem umas sacadas legais, não apenas do universo masculino, do feminino também. Tem a presença de diversos astros de Hollywood, como Drew Barrymore, Jennifer Aniston, Scarlett Johansson, Jennifer Connelly (que me valeram o ingresso) e Ben Afleck. O título já entrega o que veremos na tela: se os homens não ligam de volta para as mulheres, se não as procuram após uma conversa é porque não estão interessados. Que é melhor desistir, que não se deve ficar insistindo, esperando toda ansiosa – só vai ficar se enganando, se iludindo e a realidade espatifa no rosto de modo bem dolorido. Os conselhos são úteis para algumas mulheres, eu suponho.
O engraçado é que realmente me identifiquei com um dos personagens, aquele que mostra para uma das garotas que o cara que ela está querendo nada quer com ela - já me vi fazendo isso algumas vezes. Na verdade, é difícil não concordar com as atitudes e posicionamentos de determinados personagens diante de algumas situações. Como o interpretado pelo Ben Afleck que se recusava a casar, achando ser uma grande besteira desnecessária, que seu relacionamento de sete anos morando junto com a amada já provava isso. As pessoas, (pelo menos as mais vividas) enquanto assistem ao filme, reconhecem de imediato que uma coisa ou outra já aconteceu com elas ou com alguém conhecido, que já tomamos atitudes parecidas ou que deveríamos ter tomado, ou que um ou outro conselho elas ouviram ou deram. O filme não aprofunda tanto quanto deveria, pois não menciona aqueles homens que até dão um retorno, ligam de vez em quando papa papear, mas é para manter na lista numa hora de aperto.
Lembro que numa roda de bar, com diversos homens e mulheres, eu mesmo lancei a pergunta direcionada às mulheres: “Já inventaram desculpas no lugar dos caras que não estavam afim de vocês? Tipo: ah, ele não ligou porque deve ter perdido meu cartão ou teve que fazer uma longa viagem e esqueceu de pegar meu número, mas quando voltar será a primeira coisa que vai fazer; ou, ainda, ele esqueceu de tirar o papel, onde anotou meu telefone, do bolso da camisa que colocou na máquina de lavar”. E mais: “Confessem: não cogitaram situações que nada tem a ver com a mentalidade masculina?”.
Choveram respostas: cômicas (não podiam faltar), algumas até descabidas e impensáveis. A maioria concordou e foi exatamente pelo fato de desconhecerem o que se passa na cabeça de um homem quando o assunto é esse. Uma ou outra, bem safas, bem espertas, nunca caíram nessa.
De maneira geral, elas sabem muito sobre nós, nossas preferências, nossas fantasias, nossas fraquezas, mas vivem passando por situações desse tipo, até que caiam na real, que sofram bastante, iludidas. E algumas vezes por qualquer bobagem. Outras já passaram por isso, no entanto, voltam a bater o nariz na porta.
Filmes assim, ou livros que tratam deste tema, de forma divertida ou não, devem servir muito bem para um certo grupo de mulheres. Talvez para as mais inexperientes ou sonsas, mas, mesmo assim, encaro essas produções como um tanto quanto supérfluas (a não ser que sejam feitas apenas para divertir e explorar o cotidiano). Afirmo isso porque entendo que a própria vida vai ensinando, mesmo que se apanhe ou tenha que tropeçar várias vezes para aprender, como em diversas situações. Ou será que existem muitas mulheres que se enchem de esperanças eternas no mundo da paquera e do “ficar” em que a palavra de ordem atual é “a fila anda”?
domingo, 29 de março de 2009
Ela está em toda parte

Neo: Por aí...
Morpheus: Eu vejo em seus olhos. Você tem o olhar de um homem que aceita o que vê porque está esperando acordar. Ironicamente, isso não está longe da verdade. Você acredita em seu destino, Neo?
Neo: Não.
Morpheus: Por que não?
Neo: Eu não gosto da idéia de que eu não controlo minha vida.
Morpheus: Eu sei exatamente o que você quer dizer. Deixe-me dizer por que você está aqui. Você está aqui porque sabe de algo. O que você sabe, não consegue explicar, mas você pode sentir. Você sentiu sua vida inteira, que algo está errado com o mundo. Você não sabe o que é, mas está lá, como uma farpa em sua mente, te deixando louco. Foi essa sensação que o trouxe até mim. Você sabe do que eu estou falando?
Neo: Matrix.
Morpheus: Você quer saber o que é?
Neo: Sim.
Morpheus: Matrix está em toda parte. Ao nosso redor. Mesmo agora, nesta sala. Você pode vê-la quando olhar por sua janela ou quando você liga a TV. Você a sente quando vai trabalhar... Quando vai à igreja... Quando paga seus impostos. É o mundo posto ante seus olhos para cegá-lo da verdade.
Neo: Que verdade?
Morpheus: Que você é um escravo, Neo. Como todo mundo, você nasceu em cativeiro. Em uma prisão que você não pode provar ou enxergar ou tocar. Uma prisão para sua mente... Infelizmente, é impossível dizer a alguém o que é Matrix. Você tem de ver com seus próprios olhos.
Me lembro que na época estava ansioso por uma novidade impactante no mundo da ficção científica, e o filme correspondeu às minhas expectativas. Induzido pelo filme, saí do cinema refletindo sobre alguns questionamentos e acabei desejando tomar a pílula vermelha. Para quem não sabe ou não lembra: a pílula vermelha provocava a descoberta da verdade e a azul para voltar a viver na Matrix (uma falsa realidade).
Mas será que não tomamos as pílulas vermelhas e azuis o tempo todo? Quando se deve tomar uma delas? Para alguns as vermelhas devem continuar escondidas no fundo da gaveta. Para outros, só existem as azuis.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Coraline

Coraline e o Mundo Secreto é mais uma adaptação de uma obra de Neil Gaiman. Infelizmente não acompanhei muito as obras dele nos quadrinhos e nos livros infantis, mas tenho procurado ver o que sai no cinema. Os últimos que vi foram A Lenda de Beowulf e a Stardust - O Mistério da Estrela Cadente. Razoáveis.
Já Coraline é encantador. Uma ótima fábula sobre uma garota que está muito entediada na sua nova casa até que se depara com uma porta secreta que a conduz para uma versão alternativa da sua própria vida, perfeitamente melhorada. No entanto, um certo dia esse mundo perfeito fica perigoso (pois tem um preço) e aí pode ser tarde demais.
No filme tudo é muito mágico, cuidadosamente lapidado para envolver o espectador num mundo fantástico e até mesmo aterrorizante e sombrio. Apesar de seu conteúdo assustador (a ponto de eu duvidar que é um filme de animação feito também para crianças), somos levados o tempo todo a um mundo de sonhos e de fantasia, amenizando, assim, qualquer cena mais chocante.
O visual é excelente, de estética primorosa, tanto dos riquíssimos cenários quanto dos personagens. O roteiro também é de primeira, recheado de elementos sedutores em toda a narrativa. Merece ser conferido.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Oscar 2009 - dentro do previsto

Como era de se esperar Quem Quer Ser Um Milionário? foi o filme que mais levou (oito premiações). Dentro das minhas preferências e palpites acertei alguns:
Melhor atriz: Kate Winslet, por O Leitor. Acertei, preferência e palpite. Mesmo não tendo visto as atuações das outras indicadas, vibrei muito, pois há muito tempo achava que ela merecia, por diversos filmes.
Melhor ator: deu Sean Penn, por Milk. Arrisquei na preferência por Rourke, mas meu palpite era que a Academia daria a estatueta para Penn. Acertei no palpite pelo menos.
Melhor atriz coadjuvante: ganhou Penelope Cruz (Vicky Cristina Barcelona, de Woody Allen). Preferi Marisa Tomei, mas achava que daria Viola Davis por Dúvida. Errei tudo.
Melhor ator coadjuvante: Heath Ledger, em Batman - O Cavaleiro das Trevas. Acertei os dois. Parecia impossível a Academia não fazer essa homenagem. Mesmo sem a homenagem póstuma, mesmo se estivesse vivo, era bem capaz de ganhar por sua ótima atuação.
Melhor filme e diretor: foi Quem Quer Ser um Milionário?, de Danny Boyle . Também errei na preferência, mas sem assistir ao grande favorito isso era passível de acontecer (ainda não fui na pré-estreia). Acertei nos palpites.
Roteiro original: Milk. Acertei tudo.
Roteiro Adaptado: acertei no palpite: Quem Quer Ser Um Milionário?
Longa de animação: Wall-E - óbvio demais.
Fotografia: a noite era indiana mesmo! Palpitei certo. Mas preferi Batman.
Montagem: outra vez o filme de Danny Boyle. Se eu tivesse visto, talvez acertasse ao menos no palpite.
Maquiagem: tava fácil: O Curioso Caso de Benjamin Button.
Efeitos visuais: outra vez Benjamin Button. Nesse errei feio, afinal as trucagens foram bem mais complexas, era óbvio! Sei lá por que pensei em Homem de Ferro como palpite. [dããrnn...]
Trilha: mais uma estatueta para Quem Quer Ser Um Milionário? Palpitei certo. Mas minha torcida estava para Milk.
Montagem sonora: acertei no palpite: Batman. Minha preferência era pelo O Procurado, por estar repleto de surpresas sonoras.
Figurino: mais um acerto no palpite. Acompanhar os favoritos pela imprensa tem suas vantagens! Foi para A Duquesa. Mas Milk, minha preferência, é de ser tirar o chapéu.
Canção: outro palpite certeiro: Quem Quer Ser Um Milionário? Minha preferência, do filme Wall-E, estava ali, bem juntinha, a canção é muito bela e emocionante.
Muitos filmes interessantes e atores de que tiveram ótimas atuações ficaram de fora. Aliás, essa coisa de melhor atuação é uma coisa contraditória. O mais importante de tudo é que nós, apreciadores do cinema, saímos ganhando. Mesmo após ver um filme ruim, daqueles que até causa um certo arrependimento, a probabilidade de ver algo bom, realmente interessante, é grande. 2008 pode não ter sido um ano de filmes memoráveis e fantásticos, mas pela boa parcela até que foi considerável. Só lamentei não ver Batman - O Cavaleiro da Trevas competindo por melhor filme. Para mim foi o ano do melhor filme do Batman. E acima de tudo: o melhor Coringa.
Agora que venham algumas promessas de sucesso nas telonas: Watchmen (um dos melhores quadrinhos, a obra-prima de de Alan Moore); Star Trek em sua versão clássica atualizada (uebaaa!); Wolverine; Superman: o Homem de Aço; Avatar; O Exterminador do Futuro: A Salvação (com Christian Bale no papel de John Connor);Up (outra produção power da Pixar); GI Joe; A Era do Gelo 3; Anjos & Demônios (Tom Hanks interpretando novamente Robert Langdon de O Código Da Vinci); Sherlock Holmes (com Robert Downwy Jr); Public Enemies (com Bale e Johnny Depp); os filmes com Mel Gibson, Robert De Niro, Matt Damon (em The Informant, de Steven Sodenbergh e em Green Zone, de Paul Greengrass), Keira Knightley (em Last Nigth, um drama comovente); os filmes de Peter Jackson, Quentin Tarantino, Clint Eastwood (que está nos devendo...), Fernando Meireles (também torço para que o cinema nacional dê uma alavancada) e muitos outros.
A lista das novidades é enorme. Muita coisa boa vem por aí. Arrumei pra cabeça: vou ter que reservar uma graninha a mais para poder ver uma boa parcela disso tudo...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Meus preferidos e palpites do Oscar 2009

Esse ano foi um pouco complicado, não consegui ver muita coisa antes da premiação e ainda teve aqueles que foram indicados depois que o filme não estava mais em cartaz. Por isso que hoje mesmo assisti dois filmes em seqüência, que outro dia vou comentar. Seguem os meus preferidos e, no fim de cada categoria, os meus palpites de quem deve ser premiado por tudo que ouvi por aí:
Melhor atriz: Kate Winslet, por O Leitor. Não vi os filmes das outras indicadas. Acho que ela leva.
Melhor ator: Mickey Rourke, por O Lutador. Vi hoje e fiquei na dúvida, pois Sean Penn (outro que vi hoje!) também está ótimo em Milk – A Voz da Igualdade. Estou quase considerando um empate técnico entre os dois... Dos outros indicados só vi o filme de Brad Pitt, O Curioso Caso de Benjamin Button. Também está convincente, mas prefiro os outros. Penn deve levar.
Melhor atriz coadjuvante: Só vi Marisa Tomei em O Lutador, mas não dá pra ter torcida nesse caso. Mas estou apostando em Viola Davis (Dúvida) por tudo que ouvi falar.
Melhor ator coadjuvante: Heath Ledger, em Batman - O Cavaleiro das Trevas, é o meu preferido disparado. Também vi Josh Brolin em Milk - A Voz da Igualdade, mas para mim ele não tem chance comparando com Ledger. O melhor Coringa deve ganhar esse Oscar póstumo.
Melhor diretor: David Fincher, por O Curioso Caso de Benjamin Button, apesar de achar que tanto Stephen Daldry por O Leitor e Gus Van Sant por Milk também mereçam, mas tinha que optar por um e considerei um detalhe ou outro. Preferia assistir mais de uma vez cada um pra ter uma opinião melhor. Dizem que quem deve levar é Danny Boyle por Quem Quer Ser um Milionário? (outro que não consegui ver ainda), e não duvido que ele leve a estatueta.
Melhor filme: Milk - A Voz da Igualdade, por uma diferença mínima, pois também gostei muito de O Leitor e de O Curioso Caso de Benjamin Button. Se um desses levar ficarei contente. Parece que quem deve levar é Quem Quer Ser Um Milionário?
Roteiro Original: Milk. Dos outros indicados só vi Wall-E - gostei muito do roteiro, até daria pra ficar empatado. É bem capaz de Milk ganhar.
Roteiro Adaptado: O Leitor, apesar de considerar que O Curioso Caso de Benjamin Button também possua um roteiro genial. No entanto, Quem Quer Ser Um Milionário? deve levar esse.
Melhor longa de animação: Wall-E, disparado! O outro que vi foi Kung Fu Panda, bem legal, mas sem chance. E duvido que Bolt - Supercão vença. Wall-E deve ganhar.
Fotografia: Para mim Batman deveria levar. Dos concorrentes vi O Curioso Caso de Benjamin Button e O Leitor (este ficaria em terceiro lugar). Os comentários são grandes mais uma vez para Quem Quer Ser Um Milionário?
Montagem: Batman de novo. Dos demais vi apenas Milk e O Curioso Caso de Benjamin Button. Acho que Batman leva.
Maquiagem: O Curioso Caso de Benjamin Button. Muito melhor que Batman, apesar da fantasmagórica cara do Coringa. O outro concorrente é HellBoy - O Exército Dourado que eu não assisti. Pelo jeito, Benjamin Button leva.
Efeitos visuais: Homem de Ferro, e olha que Batman não fica muito atrás. Deve ficar com Homem de Ferro.
Trilha: Milk é muito bom. Para mim fica na frente de O Curioso Caso de Benjamin Button. Também gostei de Wall-E. Mas pelo jeito dos boatos quem deve levar é Quem Quer Ser Um Milionário? (nesa altura já estou arrependido de ainda não ter visto! aaaargh!!)
Montagem sonora: Fico com O Procurado. Mas é capaz de dar Batman.
Figurino: Milk de novo. Na minha opinião bem melhor que O Curioso Caso de Benjamin Button. Por aí falam muito de A Duquesa - capaz de levar.
Canção: "Down to Earth", de Wall-E. Demais! Mas tem um páreo duro, pois Quem Quer Ser Um Milionário? tem duas canções competindo.
É isso. Espero acertar mais do que tenho acertado ultimamente...








